segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007

VOTO ELECTRÓNICO


Análise aos queijos:

As previsões não são boas.

Durante as próximas semanas,chegarão os mais reputados técnicos indianos e chineses,para resolverem um problema que tem muitos anos:ensinar os deputados a utilizar o voto electrónico.

As últimas experiências não foram brilhantes.

Espera-se que após acções de formação intensivas,os deputados,as elites,saibam utilizar esse sistema de voto.

Dentro dos próximos 30 anos,os eleitores resistentes poderão votar por telemóvel,sem IVA.

Duma assentada,põem-se os Cadernos de Recenseamento em ordem e deixa de haver desculpas com "o tempo que faz".

2 comentários:

moitacarrasco disse...

Tudo bem - e quem sou para pôr em dúvida as virtudes da tiromancia!... Em que acredito, sublinho.

Mas no caso aqui ilustrado, a vítima, vê-se logo, não foi um deputado.
Primeiro, está à vista que o local do acidente (ou do crime? -questão a esclarecer pelo tiromante) não é um lugar desconfortável que nem o nosso parlamento...
Depois... Atão o indígena não se vê logo ser um maltrapilho dum eleitor?
Onde é que um deputado se apresentava naquele preparo?
Depois... Como é que um deputado se deixava assim queimar?
Atão e as imunidades par(a)lamentar(es)!!!...
Para isso, sim, é que virão os técnicos indianos e chineses: para evitar que se queimem...

Votar de telemóvel?
Nessa altura já não é de telemóvel: é uma espécie de caneta, minúscula, que serve para coçarmos as costas e outras coisas (como os joelhos, queria dizer), para telefonar, ver o jornal e a televisão, e a bolsa de Tóquio e a de Paio Pires (sim, nessa altura capital da República do Alentejo) e medir a temperatura e abrir as garrafas, partir nozes, secar o cabelo, etc... etc... e votar, claro. (O que dará especial jeito a conventos e sacristias...)
Quer esperar para ver?
Atão aguente aí um bocadinho (menos de 20 anos)
abraço
mc

aminhapele disse...

Bem.O boneco refere-se apenas à fase experimental.Dizem-me que já foi há mais de 10 anos!
Acho que uma empresa de sondagens,pretendia testar o voto electónico em urna.
Terá pago a um "voluntário" dois finos,um pires de tremoços e uma sande de coiratos.
Claro que a Comissão Parlamentar respectiva(os que lá foram nesse dia) visionou o teste e pôs as maiores reticências.As duas maiores foram:
1) Não se teste um "eleitor" com aquelas vestimentas de maltrapilho;
2)Ñão pode haver ficha eléctrica,porque causaria confusões ao "eleitor" sobre a utilização prioritária.
Depois,convenhamos,os "eleitores" seleccionados foram por adjudicação directa,o que não favorece a democracia.
Mas,prometo,vou mudar de marca de queijo.

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